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Conto: Mar de Louise

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Mar de Louise I Ela entrou no apartamento como quem não invade, mas também não pede licença. Havia nela uma presença calma, quase distraída, como se o espaço já a conhecesse antes de mim. O vestido claro não chamava atenção — era o movimento que chamava. Um modo de atravessar o ambiente sem se fixar nele. Seus olhos não procuravam nada, e talvez por isso encontrassem tudo. Cumprimentou-me com um gesto simples. Nada foi dito além do necessário. Ainda assim, algo se deslocou em mim, não como impacto, mas como ajuste. Um objeto antiquado encontrando, enfim, o lugar correto sobre a mesa. O perfume era leve. Não ficou. Passou. E foi exatamente isso que permaneceu. Louise caminhava pelo apartamento observando sem julgar. Tocava os móveis como quem reconhece uma história que não precisa ser contada. Em certos momentos, parecia ouvir algo que eu não ouvia. Em outros, parecia apenas de...

Aceitação!

Todo mundo, independente dos rótulos e da posição que ocupa nesta vida, precisa da aceitação para ser feliz, assim como o organismo vivo tem necessidade do oxigênio para continuar vivo.
A aceitação é uma das leis espirituais que nos conduzem ao caminho do amor, da paz, da saúde e de todas as realizações. Aceitação significa nos amarmos exatamente do jeito que somos, assim como desenvolver a capacidade de amar e de aceitar o outro exatamente como ele é.
A aceitação do outro passa pela auto aceitação, que é o caminho que permite que possamos assumir o controle dos nossos destinos e, assim, escolher o tipo de relacionamentos que queremos viver.
Quando você se aceita, deixa de precisar gastar energia com desculpas, culpas, acusações e relacionamentos onde os parceiros funcionam como pára raios apenas para que se projete neles a própria dificuldade de assumir as rédeas da sua vida.
A aceitação daquilo que se é abre caminho para a conquista de realizações, através do reconhecimento das próprias fraquezas e virtudes, de onde se está e onde se deseja chegar.
Não importa se você está vivendo crises no casamento, atravessando momentos de solidão a dois ou de insatisfação amorosa. As circunstâncias das nossas vidas são apenas um reflexo do modo como nos amamos e lidamos com os nossos problemas.
Nada de pensar no que poderia ter feito diferente no passado, de colocar atenção no que não funciona. A proposta é deixar de usar a sua energia para ser infeliz e aprender a utilizar as suas dificuldades como fonte de aprendizado.
Esse é o melhor presente. Saber que somos nós os construtores dos nossos destinos, que temos dentro de nosso ser as chaves para abrir todas as portas.
Então, mãos à obra. Esperar que o parceiro (a) solucione os seus problemas, preencha os seus vazios e supra as suas carências é ilusão. O amor verdadeiro não tem nada a ver com isso.
Enquanto esperar do outro aquilo que precisa encontrar dentro de você, o sofrimento virá. Não como um castigo, mas como um alerta, uma chamada de atenção, dizendo: hei, olhe para dentro e encontrará todas as respostas.
O melhor que podemos levar para os nossos relacionamentos é o nosso ser amoroso. A nossa aceitação e compreensão de que só podemos amar porque estamos nos amando, daquele lugar mágico e infinito onde descobrimos que somos os responsáveis pelas nossas vidas e pelo que nos acontece.
Então, poderemos levar alegria, entusiasmo, saúde, abundância, criatividade para compartilhar com o outro. E estaremos atraindo os relacionamentos que sonhamos em nossas vidas.

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