Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: O Chamado da Lua Lua, soberana do silêncio e do mistério. Guardiã das marés e das emoções. Eu me coloco diante de ti. Nu de máscaras, inteiro de alma. Ilumina os cantos escuros do meu ser. Acaricia com tua luz fria o fogo que arde dentro de mim. Torna-o chama sapiente, não ferida — faça dele farol, não labareda cega. Que teus ciclos me ensinem paciência. Que tuas fases me mostrem que até a ausência é apenas um prelúdio do retorno. Que, sob tua vigília, meus desejos encontrem caminho. Que minha carne e minha alma dancem em harmonia sob tua luz. Lua, minha confidente, escuta o chamado que te faço agora. Guarda meus sonhos. Guia meus passos, e, quando a hora for madura, leva-me ao encontro do inestimável que é meu destino. Assim seja, sob tua eterna luz que clareia o abismo profundo. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! Acima de Tudo, o Sentido Ontem de tardinha, enquanto os últimos raios solares se punha por entre as frestas da janela, sentei-me com um latão de cerveja entre minhas mãos e uma inquietação remota nos olhos: afinal, o que é o sentido da vida? Não me refiro àquelas respostas prontas, alinhadas nas prateleiras das certezas religiosas ou filosóficas, com suas doutrinas cuidadosamente embaladas em dogmas. Refiro-me ao sentido que sussurra no silêncio, que não se impõe, mas que paira — leve e profundo — como o perfume de uma flor que desabrocha sozinha no meio do mato. Aqui no quintal de minha residência há muitas dessas flores inclusive. A verdade é que o sentido da vida não tem dono. Não é monopólio de credo algum, nem pertence a este ou àquele caminho. Está acima disso. Está acima de toda tentativa de explicação humana. E, no entanto, é tão simples que até o coração...