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Poema: Prece da Noite e do Vento

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Prece da Noite e do Vento Se cai a noite, tudo flui — me leva o vento. Onde ele quiser. Lua, minha guia silente. Me conduz até o sol renascer. Louco, sim, mas não marginal. Faço muito com pouco, sou essencial. Louco, todo mundo tem um pouco. Eu carrego quase cem no meu troco. Sem entorpecer, nasci apressado. Sete meses, um ser acelerado. Mais um comum, mas essa noite é louca. Quero nascer de novo, alma pouca. Do sereno sou, o que a noite traz? Mulheres, histórias, ressacas e paz. Do orvalho sou, o que a noite dá? Perigos, loucuras, vergonhas, sei lá. Se jogar é viver, celebrar, só lazer. Meu caminho a noite sabe guiar. Somos nós outra vez, no ar a voar. Na madrugada, o efeito a pulsar. Se a madrugada obtém o melhor de mim. Estou na fé que me ilumina assim. Tenho o tempo, meu aliado fiel. Saio só quando o sol abrir o céu. Madruga me chama, já sei. Portas se abrem onde eu estive...

Sobre Deus E O Diabo Segunda Parte!

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de darmos continuidade sobre a postagem anterior.  Vem conferir!


A crença no diabo como uma entidade maligna pode ser vista como um reflexo da ignorância?


Realmente, vejo uma falha lógica significativa ao acreditar que um Deus, com D maiúsculo, que é onipotente, onisciente e onipresente, tenha um adversário. Se YHWH é realmente onipotente, ele possui poder absoluto. Portanto, se houvesse um oponente maligno, mesmo que tivesse algum tipo de poder, um simples pensamento de Deus seria suficiente para eliminá-lo.

Além disso, se Deus controla tudo, isso levanta questões sobre sua bondade, já que ele também é responsável pelos infortúnios e tragédias do mundo. No entanto, se Deus for totalmente bom, então ele não seria onipotente e não teria controle sobre todos os eventos; nesse caso, a existência do diabo faz mais sentido. Isso me leva a refletir que a Igreja Católica, ao incorporar ícones de outras religiões, como a barba de Pã, os chifres de Baal e o tridente de Poseidon, criou a imagem do diabo para enfatizar Deus como um ser de virtude inabalável.

Portanto, concluo que a lógica em torno do Deus do Antigo Testamento é mais consistente, pois ali a figura do diabo não está presente.

Por fim, é interessante notar que DIABO é um título. Ao contrário do que muitos pensam, o diabo não é uma única entidade, mas sim um título que se aplica a várias figuras distintas, como Lúcifer, Belzebu, Satanás, Baal e Asmodeus.

Caso Jesus seja reconhecido como o filho de Deus, decorre que ele, por conseguinte, não seja considerado Deus em si?

A concepção de que Deus e o Filho de Deus (Jesus Cristo) são um só e o mesmo ser constitui um pilar da teologia cristã trinitária, vertente preponderante em diversas denominações cristãs. Esta doutrina é conhecida como a doutrina da Trindade. Importa salientar, entretanto, que nem todos os grupos cristãos partilham desta crença, existindo algumas variações nas interpretações cristãs acerca da natureza divina de Deus e Jesus.

A doutrina trinitária sustenta que Deus é uma única substância ou essência divina que se manifesta em três pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e Deus Espírito Santo. Estas três pessoas são tidas como iguais em divindade e eternidade, compartilhando a mesma natureza divina. Assim, ainda que sejam distintas em suas funções e relações, elas são, essencialmente, um só Deus.

A crença na Trindade apoia-se numa interpretação das escrituras cristãs, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, que, em diversas passagens, sugerem a divindade de Jesus Cristo e a sua relação com Deus Pai e o Espírito Santo. Ao longo da história do cristianismo, teólogos e líderes religiosos têm elaborado esta doutrina para compreender a complexidade das relações divinas.

Cumpre observar que outras correntes do cristianismo, como o Unitarismo, contestam a doutrina trinitária, argumentando que Deus é uma única pessoa e que Jesus é uma entidade separada, não sendo divina da mesma forma que o Pai. Estas divergências doutrinárias têm sido motivo de debate e controvérsia no seio do cristianismo ao longo dos séculos.

Em síntese, os cristãos que subscrevem a doutrina da Trindade consideram Deus e o Filho de Deus como uma única essência divina manifesta em três pessoas distintas, enquanto outras perspectivas cristãs discordam desta interpretação. A crença na Trindade constitui uma questão complexa e profundamente enraizada na teologia cristã. O assunto é complexo caros leitores e caríssimas leitoras para qualquer pessoa ( inclusive eu ). Nenhum mortal tem o entendimento pleno e total sobre os mistérios de Deus, não é mesmo? É isso leitores!  Até a próxima postagem!

Comentários

  1. É realmente um assunto completo que tem muito panos para mangas!

    Bjxxx,
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  2. Lu,
    Se a 1a parte da sua publicação
    já me instigou a ler, essa 2a
    me dá a certeza de que é um livro
    além de instigante, muito coerente.
    Sem contar que você o expõe e forma
    incrivelmente interessante.
    Valer ler as 2 publicações seguidas.
    Bjins de bom fim
    de semana.
    CatiahôAlc.
    entre
    sonhos&delírios

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    Respostas
    1. Oi, Catiaho! Que bom que gostou da publicação. Bom domingo. Beijo!

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