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Vazio

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! Vazio O vazio não é ausência. É espaço sem aquilo que te define. Você não teme o nada. Teme não saber quem é dentro dele. O vazio não tira. Ele revela. Você não sente falta. Você sente o que não consegue preencher. O vazio não cresce. Ele aparece quando algo deixa de sustentar você. Você não está incompleto. Está desacostumado a não se preencher. O silêncio não incomoda. O que incomoda é o que surge nele. Você não evita o vazio. Você evita o que ele mostra. E o que ele mostra não depende de você. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano 

Sobre Deus E O Diabo Segunda Parte!

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de darmos continuidade sobre a postagem anterior.  Vem conferir!


A crença no diabo como uma entidade maligna pode ser vista como um reflexo da ignorância?


Realmente, vejo uma falha lógica significativa ao acreditar que um Deus, com D maiúsculo, que é onipotente, onisciente e onipresente, tenha um adversário. Se YHWH é realmente onipotente, ele possui poder absoluto. Portanto, se houvesse um oponente maligno, mesmo que tivesse algum tipo de poder, um simples pensamento de Deus seria suficiente para eliminá-lo.

Além disso, se Deus controla tudo, isso levanta questões sobre sua bondade, já que ele também é responsável pelos infortúnios e tragédias do mundo. No entanto, se Deus for totalmente bom, então ele não seria onipotente e não teria controle sobre todos os eventos; nesse caso, a existência do diabo faz mais sentido. Isso me leva a refletir que a Igreja Católica, ao incorporar ícones de outras religiões, como a barba de Pã, os chifres de Baal e o tridente de Poseidon, criou a imagem do diabo para enfatizar Deus como um ser de virtude inabalável.

Portanto, concluo que a lógica em torno do Deus do Antigo Testamento é mais consistente, pois ali a figura do diabo não está presente.

Por fim, é interessante notar que DIABO é um título. Ao contrário do que muitos pensam, o diabo não é uma única entidade, mas sim um título que se aplica a várias figuras distintas, como Lúcifer, Belzebu, Satanás, Baal e Asmodeus.

Caso Jesus seja reconhecido como o filho de Deus, decorre que ele, por conseguinte, não seja considerado Deus em si?

A concepção de que Deus e o Filho de Deus (Jesus Cristo) são um só e o mesmo ser constitui um pilar da teologia cristã trinitária, vertente preponderante em diversas denominações cristãs. Esta doutrina é conhecida como a doutrina da Trindade. Importa salientar, entretanto, que nem todos os grupos cristãos partilham desta crença, existindo algumas variações nas interpretações cristãs acerca da natureza divina de Deus e Jesus.

A doutrina trinitária sustenta que Deus é uma única substância ou essência divina que se manifesta em três pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e Deus Espírito Santo. Estas três pessoas são tidas como iguais em divindade e eternidade, compartilhando a mesma natureza divina. Assim, ainda que sejam distintas em suas funções e relações, elas são, essencialmente, um só Deus.

A crença na Trindade apoia-se numa interpretação das escrituras cristãs, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, que, em diversas passagens, sugerem a divindade de Jesus Cristo e a sua relação com Deus Pai e o Espírito Santo. Ao longo da história do cristianismo, teólogos e líderes religiosos têm elaborado esta doutrina para compreender a complexidade das relações divinas.

Cumpre observar que outras correntes do cristianismo, como o Unitarismo, contestam a doutrina trinitária, argumentando que Deus é uma única pessoa e que Jesus é uma entidade separada, não sendo divina da mesma forma que o Pai. Estas divergências doutrinárias têm sido motivo de debate e controvérsia no seio do cristianismo ao longo dos séculos.

Em síntese, os cristãos que subscrevem a doutrina da Trindade consideram Deus e o Filho de Deus como uma única essência divina manifesta em três pessoas distintas, enquanto outras perspectivas cristãs discordam desta interpretação. A crença na Trindade constitui uma questão complexa e profundamente enraizada na teologia cristã. O assunto é complexo caros leitores e caríssimas leitoras para qualquer pessoa ( inclusive eu ). Nenhum mortal tem o entendimento pleno e total sobre os mistérios de Deus, não é mesmo? É isso leitores!  Até a próxima postagem!

Comentários

  1. É realmente um assunto completo que tem muito panos para mangas!

    Bjxxx,
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  2. Lu,
    Se a 1a parte da sua publicação
    já me instigou a ler, essa 2a
    me dá a certeza de que é um livro
    além de instigante, muito coerente.
    Sem contar que você o expõe e forma
    incrivelmente interessante.
    Valer ler as 2 publicações seguidas.
    Bjins de bom fim
    de semana.
    CatiahôAlc.
    entre
    sonhos&delírios

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    Respostas
    1. Oi, Catiaho! Que bom que gostou da publicação. Bom domingo. Beijo!

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