Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de astrologia por aqui! Vem conferir! O Eu Astrológico. Pessoalmente, nutro uma profunda admiração por astrologia, assim como por astronomia. Tive a oportunidade de estudar astronomia durante minha estada nos Estados Unidos; contudo, não concluí o curso, pois não consegui me adaptar àquele país. Desde então, não retornei a essas terras, nem mesmo para uma breve visita, e não almejo fazê-lo. Sinto que o povo é imensamente soberbo, considerando-se o centro do planeta, o que me desagrada profundamente. Em relação à astrologia, minha fascinação é igualmente intensa. Aprecio o estudo dos signos e suas peculiaridades, que considero verdadeiramente cativantes. Abaixo, apresento o diagrama do meu perfil pessoal, revelando o meu EU sob a perspectiva astrológica. Agora, caros leitores e caríssimas leitoras gostaria de saber: quais são os signos de vocês? Deixem suas respostas nos comentários, pois estou curioso para con...
Livro: O Estranho Caso do Cachorro Morto
Editora: Record
Autor: Mark Haddon
Sinopse:
O ESTRANHO CASO DO CACHORRO MORTO é um livro original, bem escrito e envolvente. Uma história de mistério e descobertas como nenhuma outra. Haddon convida o leitor a embarcar ao lado de Christopher em uma emocionante viagem que vai virar o mundo do jovem de cabeça pra baixo e cativar o leitor até o fim.
Olá queridos leitores e leitoras, preparados para mais uma resenha literária. Venham comigo descobrir minhas impressões à respeito da obra.
Nesse livro inovador temos uma estória
sensacional escrita em primeira pessoa, por um garoto de 16 anos, autista. Conhecer como funciona sua cabeça, sua forma de pensar e suas reações é muito interessante, muito embora um tanto assustador.
O livro conta uma estória de mistério como nenhuma outra. Isso porque o detetive, que também é o narrador, é um menino de dezesseis anos que possui autismo, um garoto peculiar que sabe muito de matemática, mas nada de relacionamentos humanos.
Tão divertido quanto triste, a obra é uma imersão detalhada na realidade de alguém cuja mente é muito diferente das da maioria das pessoas. Christopher Boone, o pequeno narrador, não entende os valores humanos, o comportamento da pessoas, nem sequer os sentimentos de seus próprios pais. Por essa razão, não gosta de literatura, pois não se sente vinculado a ela, exceto nos casos dos livros de detetives, que são mais racionais do que sentimentais, em especial aqueles que são frios e calculistas como um Sherlock Holmes, que é o seu predileto.
Inspirado por essas estórias, o pequeno Boone decide investigar a morte do cachorro de uma vizinha sua. Nessa jornada, acompanhamos de coração apertado os ingênuos passos do garoto autista, que consegue fazer deduções incríveis a partir de pequenos detalhes objetivos, mas que nunca consegue enxergar motivações subjetivas, mesmo quando elas estão escancaradas na frente de seu nariz. Assim, por seus próprios meios, Boone vai desvendando o mistério da morte do cachorro – e nós, leitores (as), vamos desvendando as engrenagens da mente do garoto autista enquanto ele aprende a lidar com um mundo para o qual ele não parece ter sido criado. E nesse jogo a leitura é instigante ao extremo.
Formidável exercício de reconhecimento das diferentes formas que um cérebro pode funcionar – e, portanto, de conscientização e até de auto-análise –, nesse livro foi feito um trabalho muito bem construído, e perceptivelmente bem embasado, que vai além da mera informação sobre o que é ser um autista para nos colocar de fato na pele de alguém com essa característica (a qual não é uma doença, mas apenas uma configuração diferente na predisposição do cérebro para enxergar o mundo e as pessoas). Infelizmente na sociedade existem pessoas que enxergam esse tipo de característica diferente de a maioria das pessoas como uma aberração genética os tornando vítimas de preconceito sem embasamento real do que pensam. Finalizo por aqui, espero que tenham gostado da resenha e até a próxima!
Editora: Record
Autor: Mark Haddon
Sinopse:
O ESTRANHO CASO DO CACHORRO MORTO é um livro original, bem escrito e envolvente. Uma história de mistério e descobertas como nenhuma outra. Haddon convida o leitor a embarcar ao lado de Christopher em uma emocionante viagem que vai virar o mundo do jovem de cabeça pra baixo e cativar o leitor até o fim.
Olá queridos leitores e leitoras, preparados para mais uma resenha literária. Venham comigo descobrir minhas impressões à respeito da obra.
Nesse livro inovador temos uma estória
sensacional escrita em primeira pessoa, por um garoto de 16 anos, autista. Conhecer como funciona sua cabeça, sua forma de pensar e suas reações é muito interessante, muito embora um tanto assustador.
O livro conta uma estória de mistério como nenhuma outra. Isso porque o detetive, que também é o narrador, é um menino de dezesseis anos que possui autismo, um garoto peculiar que sabe muito de matemática, mas nada de relacionamentos humanos.
Tão divertido quanto triste, a obra é uma imersão detalhada na realidade de alguém cuja mente é muito diferente das da maioria das pessoas. Christopher Boone, o pequeno narrador, não entende os valores humanos, o comportamento da pessoas, nem sequer os sentimentos de seus próprios pais. Por essa razão, não gosta de literatura, pois não se sente vinculado a ela, exceto nos casos dos livros de detetives, que são mais racionais do que sentimentais, em especial aqueles que são frios e calculistas como um Sherlock Holmes, que é o seu predileto.
Inspirado por essas estórias, o pequeno Boone decide investigar a morte do cachorro de uma vizinha sua. Nessa jornada, acompanhamos de coração apertado os ingênuos passos do garoto autista, que consegue fazer deduções incríveis a partir de pequenos detalhes objetivos, mas que nunca consegue enxergar motivações subjetivas, mesmo quando elas estão escancaradas na frente de seu nariz. Assim, por seus próprios meios, Boone vai desvendando o mistério da morte do cachorro – e nós, leitores (as), vamos desvendando as engrenagens da mente do garoto autista enquanto ele aprende a lidar com um mundo para o qual ele não parece ter sido criado. E nesse jogo a leitura é instigante ao extremo.
Formidável exercício de reconhecimento das diferentes formas que um cérebro pode funcionar – e, portanto, de conscientização e até de auto-análise –, nesse livro foi feito um trabalho muito bem construído, e perceptivelmente bem embasado, que vai além da mera informação sobre o que é ser um autista para nos colocar de fato na pele de alguém com essa característica (a qual não é uma doença, mas apenas uma configuração diferente na predisposição do cérebro para enxergar o mundo e as pessoas). Infelizmente na sociedade existem pessoas que enxergam esse tipo de característica diferente de a maioria das pessoas como uma aberração genética os tornando vítimas de preconceito sem embasamento real do que pensam. Finalizo por aqui, espero que tenham gostado da resenha e até a próxima!
Oi Luciano, ótima resenha, fiquei me sentindo muito curiosa com o livro, adoro livros assim, é diferente do convencional né e claro, eu adoraria ler!
ResponderExcluirBeijos Mila
Daily of Books Mila
Oi, Camila! O livro é bastante diferente do convencional, o livro é sensacional. Beijo!
ExcluirComo ele já é detetive aos 16?
ResponderExcluirhttps://juliamodelodemodelo.blogspot.com/
Oi, Julia! Por ser autista a realidade dele é diferente de as outras pessoas.
ExcluirGostei da ideia do livro. Fora que é uma oportunidade de ver como é o "outro lado" da situação, já que agora vemos pelo lado de uma pessoa autista. Curti a indicação. ^^
ResponderExcluirBjks!
Mundinho da Hanna | Instagram | Skoob
Oi, Hanna! O livro é espetacular. Leia-o e me conte sua experiência de leitura. Beijo!
ExcluirOi, Luciano, como vai? Nunca li o livro, mas o título me despertou curiosidade, e de um modo não exatamente positivo, afinal gosto muito dos cachorros vivos. Na verdade, não tenho lido muito (me refiro à ficção, romances, etc.), mas já trabalhei alguns anos em uma livraria para uma editora e gostava muito de viver rodeado pelos livros, além de, naquela época, ter lido muito. Um abraço.
ResponderExcluirOi, Ulisses! O livro é excelente, quando puder leia-o. Trabalhar rodeado de livros deve ser prazeroso, para os leitores (as) é claro. Um abraço!
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