Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Enquanto a Alma Me Escapava Pelos Meus Olhos Foi durante a noite. Ou melhor foi durante a ausência de mim. Quando o sono não me carregava, mas sim me cuspia para fora do corpo, feito alguém que nunca pertenceu à própria carne. Eu me vi. Sim — me vi deitado. Pálido. Imóvel. Vazio. Como se a morte ensaiasse o meu corpo em silêncio. Meu espírito, ou sei lá o quê, flutuava por cima de mim como uma dor que não cabe. E eu sentia o peso do invisível me atravessando, como uma presença que não tinha nome mas me conhecia melhor que qualquer humano. Eu quis voltar. Mas não sabia como. Havia um medo absurdo de nunca mais habitar o corpo. Um medo que grita sem boca, que implora sem voz. E não havia ninguém para me chamar de volta. Só o escuro. Só o frio. Só a verdade nua de que há dimensões que não respeitam relógios, leis, religiões ou lógicas. Eu voltei. Aos trancos e barrancos. Com a al...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Faz um tempinho que não trago poema pra cá. Vem conferir! Poema: Sonhos Vazios Como é difícil sonhar quando os sonhos são vazios. Dentro de um sonho outro sonho e sempre morrendo de frio. Sonhos morrem e outros nascem. Sonhos vazios são sementes jogadas ao destino. Esperando o tesouro que há tempos foi perdido. Que seu sonho não morra em vão. Neste vasto imenso mundo da imaginação. É isso pessoal. Espero que tenham curtido o poema. Até a próxima!