Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Saber que Mora na Quietude Fé, essa palavra que tantos pronunciam como quem decora uma senha para o céu, perdeu-se no ruído das certezas inventadas. Digo com o coração calmo; a verdadeira fé não está no acreditar — esse verbo que anda de mãos dadas com o medo —, mas no saber. Não no saber dos livros ou das cátedras, mas naquele que brota do silêncio que habita os corações que já se renderam. Não devemos esperar que tudo dê certo um dia. Isso é fé infantil, esperança com rodinhas. A fé madura sabe, simplesmente sabe, que tudo já está certo — ainda que nossos olhos insistam em enxergar bagunça, caos ou atraso. Esse saber não pede provas, nem precisa de plateia. Ele apenas é. Quieto, presente, firme como raiz de árvore grande e adulta. Veja bem, ou você sente Deus ou acredita em Deus. Os dois ao mesmo tempo, não dá liga. Quem acredita ainda precisa se convencer. Quem o sente ...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Faz um tempinho que não trago poema pra cá. Vem conferir! Poema: Sonhos Vazios Como é difícil sonhar quando os sonhos são vazios. Dentro de um sonho outro sonho e sempre morrendo de frio. Sonhos morrem e outros nascem. Sonhos vazios são sementes jogadas ao destino. Esperando o tesouro que há tempos foi perdido. Que seu sonho não morra em vão. Neste vasto imenso mundo da imaginação. É isso pessoal. Espero que tenham curtido o poema. Até a próxima!