Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: Canção Noturna I A noite me encontrou nu, tanto na pele quanto na alma. O ar denso da cidade parecia colar-se ao meu corpo, cada som distante vibrando dentro do meu peito como um lembrete de que o mundo continuava girando, indiferente ao meu desejo. Ela chegou sem aviso, e, no instante em que nossos olhares se cruzaram, senti o peso do inevitável: a carnificina de todos os meus autocontroles. Minhas mãos a buscaram antes mesmo da voz, traçando o contorno do seu ombro, deslizando por sua nuca, descobrindo cada linha como se fossem mapas remotos e proibidos. O cheiro dela invadia meus pulmões, e eu me perdi, completamente, sem resistência. O frio da noite contrastava com o calor que acendia minha pele, fazendo meu corpo inteiro vibrar em expectativa e medo. Quando nossos lábios se tocaram, não havia doçura. Havia urgência, quase violência, um consumo que não podia ser retardado....
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vamos conhecer o poema Horror. Vamos conhecer então! Poema: Horror No escuro profundo da noite eterna. O horror rasteja com garras afiadas. Os olhos brilham, a alma se contorce. Na dança sinistra dos medos sussurrados. A lua esconde-se atrás de densas nuvens. A luz se esvai, a escuridão prevalece. Os sonhos se tornam pesadelos insanos. O terror se instala e a mente enlouquece. Monstros se erguem das sombras ocultas. Devorando esperanças com dentes aguçados. Gritos desesperados ecoam pelo ar. Enquanto o mal se expande, implacável e macabro. As casas apodrecem com histórias macabras. O medo habita cada canto sombrio. Fantasmas choram em corredores vazios. Onde o horror derrama seu néctar frio. Assombrações sussurram segredos obscuros. Lágrimas de sangue caem em profusão. A morte dança entre os vivos uma lúgubre maldição. Semeando aterrorizante visão. Não há escapatória da teia do h...