Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes. Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano
Olá caros leitores e caríssimas leitoras. Como estão? Espero que estejam bem. Primeiramente quero agradecer o carinho de todos que me acompanham por aqui. Venho por meio deste comunicado informar que o blogue estará temporariamente de férias. Boas leituras à todos e até a volta pessoal. Se cuidem e um forte abraço para vocês.