Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de astrologia por aqui! Vem conferir! O Eu Astrológico. Pessoalmente, nutro uma profunda admiração por astrologia, assim como por astronomia. Tive a oportunidade de estudar astronomia durante minha estada nos Estados Unidos; contudo, não concluí o curso, pois não consegui me adaptar àquele país. Desde então, não retornei a essas terras, nem mesmo para uma breve visita, e não almejo fazê-lo. Sinto que o povo é imensamente soberbo, considerando-se o centro do planeta, o que me desagrada profundamente. Em relação à astrologia, minha fascinação é igualmente intensa. Aprecio o estudo dos signos e suas peculiaridades, que considero verdadeiramente cativantes. Abaixo, apresento o diagrama do meu perfil pessoal, revelando o meu EU sob a perspectiva astrológica. Agora, caros leitores e caríssimas leitoras gostaria de saber: quais são os signos de vocês? Deixem suas respostas nos comentários, pois estou curioso para con...
Sempre que assisto seriados, filmes, minisséries ou qualquer outro tipo de ficção televisiva, isso sem entrar no mérito das ficções lidas, acabo me imaginando no papel de um ou mais dos personagens e tento sentir o que é viver aquela experiência, os desafios, as conquistas, as dificuldades, os dilemas entre tantas outras coisas, claro que mentalmente, mas como a neurociência explica, nosso cérebro não diferencia a imaginação da realidade. Sempre fiz isso como um exercício para enriquecer minhas sensações e também ampliar meus pontos de vista, afinal, ficar em realidades diferentes com premissas e situações diferentes, sempre nos faz observar outros pontos de vista e consequentemente abrimos nossa perspectiva das coisas e do mundo de uma forma geral.
Recentemente, assistindo um filme e “brincando” com essas perspectivas, virei essa percepção para minha realidade, meio que de maneira automática, como um click ou como mais comumente conhecemos, como um insight. Minha realidade pulou na minha frente como um filme. No momento, experienciei o processo inverso do que normalmente faço, em vez de trazer o filme para minha realidade mental, levei minha realidade para um “filme mental”. Confesso que, a sensação, num primeiro instante é totalmente estranha, até pelo simples motivo de ser novo. Todavia, a sensação que para mim foi desagradável inicialmente, foi gradativamente se transformando num maravilhoso frenesi agradabilíssimo de contentamento.
O que mais me chamou atenção neste processo foi a maneira como vivemos o dia a dia, como muitas vezes ele acontece “no automático”, na rotina, sem aquela dedicação que deve existir aos detalhes do aqui e agora e com isso várias questões importantes acabam passando despercebido e por vezes perdemos a grande riqueza de sermos nós.
Quantos de nós não sonhou com uma vida diferente, com profissões diferentes, com condições diferentes das que vivemos hoje? E isso não é errado nem um problema, sonhar, planejar, desejar as coisas faz parte da natureza humana e também nos dá objetivos a conquistar, claro que as conquistas exigem dedicação, preparo e atitude, mas essa é outra questão. Até aqui tudo bem, mas e a valorização do que temos, do que vivemos, do que aprendemos, do quanto realmente olhamos e somos gratos pelo nosso caminho?
Sugiro aos amigos leitores e leitoras um pequeno exercício; mentalmente pegue sua vida, em todos os âmbitos e detalhes, e pense nela como um filme, uma minissérie ou um livro e, a partir disso, olhe para a história como um expectador. Esse pequeno, mas poderoso, exercício permitirá que você perceba o quão rica é sua vida, envolvendo dramas, dificuldades, derrotas, mas também alegrias, amores, festas, amizades, superações e conquistas, tudo com uma infinidade de detalhes.
Às vezes, achamos que nossa vida é comum e monótona, mas se conseguirmos observar esses pontos veremos que cada um de nós tem uma experiência única, com grande aprendizado, que nos faz amadurecer e também acaba sempre servindo de exemplo para outros que tem o privilégio de observa-la de perto.
O que fazer com essa experiência, como agir perante cada situação, qual caminho seguir? Essas são apenas algumas dentre outras diversas decisões da interatividade desta maravilha que chamamos de vida.
Esteja consciente, lúcido, atento e viva intensamente o seu caminho.
Escolha o seu caminho!
Para exemplificar como seu cérebro não diferencia realidade de imaginação, sugiro o seguinte exercício.
Feche os olhos e imagine uma laranja, sinta seu cheiro e sua textura, corte a laranja ao meio e sinta as gotas que espirram durante o corte, o aroma que sobe, pegue uma das metades cortadas, aproxime-a de seu nariz e sinta o aroma peculiar, agora dê uma mordida na laranja. Sua boca aguou? Mas a laranja não estava lá. Isso é seu cérebro trabalhando como se a laranja estivesse ali, mesmo ela não estando, pois o cérebro não consegue diferenciar realidade de imaginação.
Assim é o funcionamento de nossa mente. O cérebro é um instrumento físico (parte do corpo) para a mente vagar por inúmeras dimensões existentes.
Recentemente, assistindo um filme e “brincando” com essas perspectivas, virei essa percepção para minha realidade, meio que de maneira automática, como um click ou como mais comumente conhecemos, como um insight. Minha realidade pulou na minha frente como um filme. No momento, experienciei o processo inverso do que normalmente faço, em vez de trazer o filme para minha realidade mental, levei minha realidade para um “filme mental”. Confesso que, a sensação, num primeiro instante é totalmente estranha, até pelo simples motivo de ser novo. Todavia, a sensação que para mim foi desagradável inicialmente, foi gradativamente se transformando num maravilhoso frenesi agradabilíssimo de contentamento.
O que mais me chamou atenção neste processo foi a maneira como vivemos o dia a dia, como muitas vezes ele acontece “no automático”, na rotina, sem aquela dedicação que deve existir aos detalhes do aqui e agora e com isso várias questões importantes acabam passando despercebido e por vezes perdemos a grande riqueza de sermos nós.
Quantos de nós não sonhou com uma vida diferente, com profissões diferentes, com condições diferentes das que vivemos hoje? E isso não é errado nem um problema, sonhar, planejar, desejar as coisas faz parte da natureza humana e também nos dá objetivos a conquistar, claro que as conquistas exigem dedicação, preparo e atitude, mas essa é outra questão. Até aqui tudo bem, mas e a valorização do que temos, do que vivemos, do que aprendemos, do quanto realmente olhamos e somos gratos pelo nosso caminho?
Sugiro aos amigos leitores e leitoras um pequeno exercício; mentalmente pegue sua vida, em todos os âmbitos e detalhes, e pense nela como um filme, uma minissérie ou um livro e, a partir disso, olhe para a história como um expectador. Esse pequeno, mas poderoso, exercício permitirá que você perceba o quão rica é sua vida, envolvendo dramas, dificuldades, derrotas, mas também alegrias, amores, festas, amizades, superações e conquistas, tudo com uma infinidade de detalhes.
Às vezes, achamos que nossa vida é comum e monótona, mas se conseguirmos observar esses pontos veremos que cada um de nós tem uma experiência única, com grande aprendizado, que nos faz amadurecer e também acaba sempre servindo de exemplo para outros que tem o privilégio de observa-la de perto.
O que fazer com essa experiência, como agir perante cada situação, qual caminho seguir? Essas são apenas algumas dentre outras diversas decisões da interatividade desta maravilha que chamamos de vida.
Esteja consciente, lúcido, atento e viva intensamente o seu caminho.
Escolha o seu caminho!
Para exemplificar como seu cérebro não diferencia realidade de imaginação, sugiro o seguinte exercício.
Feche os olhos e imagine uma laranja, sinta seu cheiro e sua textura, corte a laranja ao meio e sinta as gotas que espirram durante o corte, o aroma que sobe, pegue uma das metades cortadas, aproxime-a de seu nariz e sinta o aroma peculiar, agora dê uma mordida na laranja. Sua boca aguou? Mas a laranja não estava lá. Isso é seu cérebro trabalhando como se a laranja estivesse ali, mesmo ela não estando, pois o cérebro não consegue diferenciar realidade de imaginação.
Assim é o funcionamento de nossa mente. O cérebro é um instrumento físico (parte do corpo) para a mente vagar por inúmeras dimensões existentes.
Comentários
Postar um comentário