Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! O Mundo é um Açougue Você nasce com um corpo — carne, osso, vísceras. Parabéns. Agora aguente. Ganha um passado assim que aprende a mijar no vaso sanitário. Uma infância cheia de promessas arruinadas, uma juventude cheia de sonhos banais, tipo promoção de fim de feira. Depois vem a ambição, essa vadia elegante que te dá um tapinha nas costas e sussurra: VAI LÁ CAMPEÃO. E aí você vai. Vai pra onde? Pro mundo. O mundo físico. Essa arena de concreto, carne podre e aluguel vencido. Você pensa que é alguém porque tem um nome, um CPF, uma conta pra pagar e um ego de segunda mão. Mas o mundo, o mundo tá pouco se lixando pra sua biografia. Ele te mastiga de manhã e te cospe à noite. Se você não aprende a jogar esse jogo selvagem chamado vida, ela o esmagará lentamente aos pouquinhos. Se você não transcende a matéria, ela te arrasta — fome, sede, ...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Morte Na noite escura, onde o destino incerto paira. A morte caminha, silente e fria. Um véu de mistério que se desenha. E ao partir, leva consigo a vida. Em sua dança macabra, ela se revela. O rosto oculto, a segurança desmancha. Leva consigo toda a dor e a tristeza. Numa eterna despedida que não se alcança. Desperta temor, aviva a reflexão. A morte, soberana, com sua decretação. Um agridoce adeus, um enigma a decifrar. Mas na morte enxergo a lembrança. A celebração do tempo que avança. E surge a certeza de um novo despertar. Pois na morte há também renascimento. O ciclo perpétuo da existência. Onde a alma encontra seu merecimento. E a vida finda se torna transcendência. E assim encaro a morte, sublime transição. Um mergulho na eternidade, numa ilusão. Onde a melancolia se encontra com a esperança. Pois na morte, a vida se eterniza. E nas lembranças, a alma revitaliza. Um últ...