Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Nauseabundo Mendigo Coração partido, pedaços espalhados como fragmentos de um espelho quebrado, refletindo um orgulho ferido, eco surdo de um amor vencido, preso nas malhas do tempo que não perdoa. Delírio fingido, palavras sussurradas no teu ouvido, como fantasmas que insistem em dançar no silêncio entre nós. Espero teu sorriso, como quem espera o sol nascer após uma noite sem estrelas, mas o que me chega é o vazio, o frio de um olhar esquecido, que antes era abrigo e agora é abandono. Nauseabundo mendigo, vago por ruas escuras da alma, perdido entre sombras, sem lugar para repousar o peito cansado. Por mim caído, entrego os restos do que fui, fiz do teu peito abrigo — um castelo frágil erguido sobre a areia movediça da dúvida. Brilho enfraquecido, tesouro perdido em cofres invisíveis, cobrado pela avareza do silêncio, o mais querido e cruel dos ladrões. Mandíbula de paralele...
Olá caros leitores e caríssimas leitoras. Como estão? Hoje venho informar-lhes por meio desta postagem que estou no começo de um novo projeto literário. Estou escrevendo contos que particularmente gosto bastante de escrever. Sendo assim não estranhem se as postagens deste blog se tornarem pouco frequentes por aqui. Continuarei a trazer poemas e resenhas pra cá, uma vez que, escrever contos não exige tanto de mim como um romance longo, no entanto certamente a frequência de postagens diminuirá sem dúvida. Estou avisando para não parecer que desativei o blog. É isso pessoal. Um abraço!