Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! O Jogo dos Fortes Brasil. Terra quente, gente quente, e uma estranha mania de confundir canalhice com esperteza. Aqui, homem que conhece a lei é frouxo. Fraco. Um bundão de terno e pasta de couro. Mas quem grita isso normalmente é o mesmo que vai chorar no colo do contador quando a Receita bate na porta ou quando o nome aparece na lista negra do banco. A verdade nua, imunda e fedida é que seguir a lei nesse país não é moralismo. É tática. É sobrevivência. É o jogo jogado por quem sabe que, a longo prazo, trapaceiro morre pobre e envergonhado — se não for antes pra cadeia com o rabo entre as pernas. Vejo muito empresário com aquele brilho de malandro nos olhos — o tipo que acha que driblar a legislação é golpe de mestre. Mas o que eles colhem depois é o triplo da pancada: multa, tempo perdido e um nome que fede mais...
Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão? Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! O Astronauta de Minha Alma Em órbita distante, onde o tempo é um mito, voa um astronauta, em busca do infinito. Sua nave é feita de sonhos e esperanças. E nas estrelas brilhantes, ele lança suas danças. Com o coração pulsando, de coragem e fé. Ele atravessa nebulosas, onde o silêncio é. Cada planeta que toca, cada lua que vê. É um reflexo da vida que ele ainda não foi. As galáxias o chamam, com vozes de luz. E ele responde, audaz, aos reflexos da cruz. Na vastidão do cosmos, ele encontra seu lar. E as constelações dançam, a lhe saudar. Mas incrédulo, astronauta, não te esqueças de mim. Pois aqui na Terra, eu também busco o fim. Teus passos nas estrelas são os meus anseios. E nas noites sem fim, eu conto os meus meios. Quando a gravidade...