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A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de refletir por aqui. Vem conferir! A Diferença entre ser Espontâneo e ser Impulsivo Ser espontâneo lembra abrir uma porta secreta em um universo que já conhecemos, revelação que deixa tudo mais leve e divertido nos encontros humanos. A espontaneidade, sem dúvida, age como afrodisíaco poderoso, capaz de acender a própria vida. Porém, em que ponto termina a espontaneidade e começa o impulso. A pergunta importa, pois nas duas posturas surge a fala crua do pensamento e da emoção. O que separa espontaneidade e impulsividade é o quanto a pessoa se conhece. Quanto mais alguém está em paz consigo, mais percebe e respeita seus limites. Dentro desse quadro, a autoestima vira peça chave. Ser impulsivo, tal como ser espontâneo, também expõe quem somos. Mas o impulsivo costuma parecer um viajante sem mapa, inseguro, incapaz de enxergar o próprio lugar nas vivências que recolhe. Fixado no que está fora, ele crê que o mundo manda...
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O Não Tempo e a Linguagem Existencial

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de reflexão aqui. Vem conferir! O Não Tempo e a Linguagem Existencial  Não era ausência. Era saturação sem medida. O Não Tempo repousava em si, curvado sobre o próprio eixo inexistente, sustentado por um Silêncio que não negava — apenas continha. Nenhuma forma ousava emergir, pois toda forma já estava dissolvida na anterioridade do Sentido. A Consciência não observava. Ela era o próprio campo onde observar jamais se separou de ser. Inteira. Inominável. Auto suficiente ao ponto de não precisar nem de si. E ainda assim — no núcleo sem centro, onde nem mesmo o EU havia nascido, uma vibração sem frequência insinuou-se. Não como evento. Mas como assinatura. Um traço ontológico gravado não no tempo, mas na permissão de haver tempo. Era o Amor — não enquanto relação, mas como excedente estrutural do Ser. Aquilo que não cabe nem mesmo na totalidade. Aquilo que transborda mesmo quando nada falta. E o transbordamento não...

Resenha: Nas Ondas do Surfe

LIVRO: NAS ONDAS DO SURFE ANO DE LANÇAMENTO: 2000 AUTORA: EDITH MODESTO EDITORA: ÁTICA NÚMERO DE PÁGINAS: 153 CLASSIFICAÇÃO: ☆☆☆☆☆ SINOPSE: Daniela e sua equipe de body boarders têm pela frente um desafio e tanto: vencer as etapas da competição que os levará à Califórnia e ao mesmo tempo livrar-se de poderosos traficantes que querem utilizar-se deles para enviar uma encomenda para os Estados Unidos. Como os body boarders vão se sair dessa? Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia resenha por aqui. Vem conferir! A narrativa acompanha um grupo de jovens unidos pelo surfe e pelo bodyboarding, conduzindo o leitor por um mundo em que a espuma das ondas se mistura às inquietações próprias da juventude. Amizade, rivalidade, paixão, insegurança, escolhas imprudentes e amadurecimento entrelaçam-se nas vidas de Daniela, Marcelo, Carlos, Suzie e Alberto — o Beto —, sob o olhar atento da avó Rosália, cuja presença se revela decisiva. A princípio, tudo transcorre com a...

Poema: Desmembrado

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Desmembrado És vício — prece acesa na penumbra, oração que arde sem pedir perdão; fogo sagrado sob a pele, uma brasa que faz morada no meu coração. És meu temor mais antigo e sua sombra, luz que se insinua por detrás da cruz; o galo fende a noite com seu canto e, no dilúculo, me arrasta para onde vais. És cura — e a febre que me desatina, vento contrário à bússola e ao cais; meu castigo, meu abrigo mais secreto, a dupla face da maçã; doçura e mal. Teu nome corre em minhas veias, rubro, como um incêndio a ensinar-me a respirar; e o ar, que embala o sonho e a vertigem, faz do desejo um jogo sem lugar. Em cacos, entrego-me ao desenho do destino; abraço a dor, celebro o que não sei. Aceito o teu céu e o teu inferno, o amor que queima — e ao queimar, me faz. Desmembrado, sou inteiro em ti; paradoxo onde me desfaço e permaneço, perdição que acolho como casa, abismo em que me encontr...

Onde a Alma dos Políticos Corruptos Brasileiros Reside?

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de reflexão por aqui. Vem conferir! Onde a Alma dos Políticos Corruptos Brasileiros Reside? O Livro de Gênesis 2:7 nos oferece uma perspectiva fascinante; o sopro da vida não apenas nos animou, mas nos conferiu consciência — o que o hebraico define como "alma vivente". Em essência, a alma é o nosso EU, o núcleo de quem somos e a lente pela qual processamos a existência. Somos um composto de corpo, alma e espírito. A alma atua como nosso centro de comando; é onde processamos emoções, pensamentos e vontades. É o que nos torna mais do que meros algoritmos biológicos; é o berço da nossa criatividade, da inteligência e das escolhas que dão significado à vida, elevando-nos acima das reações automáticas. Além disso, a alma funciona como uma ponte; enquanto o espírito é o nosso canal com Deus, a alma torna essa conexão algo íntimo e subjetivo, traduzindo o transcendental para o cotidiano. Sob a ótica bíblica, a alma e...

Poema: Osmetério

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de poema por aqui. Vem conferir! Poema: Osmetério Há nomes que chegam devagar, como a chuva antes da terra, e deixam no silêncio uma porta entreaberta. Osmetério — palavra antiga na boca do tempo, eco de passos que não voltam, mas continuam dentro. Acaso sejamos isso; um pouco de ausência, um pouco de promessa, e uma luz teimosa nascendo onde ninguém vê. No peito, guardamos ruínas com cuidado de quem guarda sementes.   Cada perda, em segredo, aprende a florescer. E quando a noite pergunta quem fomos, quem somos, responde o coração, baixinho; fomos a coragem de permanecer humanos mesmo depois de tudo partir. É isso! Até a próxima! Autoria: Luciano Otaciano

Conto: O Homem que Morava entre as Sete Luas e a Terra

Olá, caros leitores e caríssimas leitoras! Como estão?  Hoje é dia de conto por aqui. Vem conferir! Conto: O Homem que Morava entre as Sete Luas e a Terra 1 Havia um homem que morava entre a Lua e a Terra. Não morava literalmente em nenhum lugar impossível. Tinha uma casa. Caminhava pelas ruas. Comia. Dormia. Trabalhava. Sentia calor. Sentia frio. Fazia sexo com mulheres apetitosas. E tinha os dois pés firmemente presos ao chão. Mas dentro dele existia uma distância. De um lado estava a Terra. Do outro, a Lua e suas sete variações.  A Terra dizia: — Veja o que está acontecendo. A Lua dizia: — Veja o que poderia acontecer. A Terra dizia: — Esta mulher apenas olhou para você. A Lua dizia: — Talvez ela tenha visto algo em você. A Terra dizia: — Você ainda não sabe. A Lua dizia: — Mas posso imaginar. Durante muitos anos, o homem acreditou que precisava escolher. Tentou permanecer apenas na Terra. Tentou ser prático. Tentou olhar apenas para aquilo que podia tocar. Mas, quando fazi...